Para combater Fake News, o Facebook já excluiu mais de 1 milhão de contas em seis meses 0 1404

São mais de 20 mil pessoas e inteligência artificial trabalhando na parte de revisão e exclusão de perfil e conteúdos classificado como fake News.

Desde que resolveu dá um basta nas tais Fake News (notícias falas), o Facebook já mandou para o beleleu, 1,27 milhões de contas que propagam conteúdo duvidoso.

Muitas pessoas usam e abusam do direito de “liberdade de expressão”. E usam vários métodos como anonimato na Internet, para dizerem o que não conseguem dizer frente a frente.

Virou rotina criar contas falsas no Facebook para espalhar conteúdo duvidoso e muitas vezes até para ofender alguém ou grupo de pessoas.

Por esta razão, na audiência perante o Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos, Sheryl Sandberg, atual diretora de operações do Facebook, afirmou que, durante um período de seis meses, a rede social teve que excluir 1,27 milhões de contas falsas, além de tirar de circulação outros milhões de conteúdos falsos e que não estão de acordo com a política de comunidade da rede social.

Sheryl Sandberg – diretora de operações do Facebook

Sandberg, afirma que a operação foi conduzida por métodos manuais de revisão, além de ajuda de métodos de revisão automatizados, como a aprendizagem automática (machine learning), visão computacional e inteligência artificial.

A diretora diz também que o processo de manter o número de contas falsas sob controle, permite que o Facebook descubra quem são os aproveitadores usam a plataforma para possivelmente espalhar notícias falsas e distorcer a opinião pública.

 Segundo Sandberg, o Facebook já conta com mais 20 mil pessoas trabalhando na parte de revisão, proteção e exclusão de conteúdo, na rede social.

Os relatórios são revistos em mais de 50 idiomas, 24 horas por dia. E também que a melhor tecnologia de aprendizagem automática e inteligência artificial, permitem que abusos e Fake News, sejam identificados com mais facilidade.

Com a ajuda desta equipa de especialistas em segurança, o Facebook quer impedir a disseminação de conteúdo malicioso aos seus utilizadores, enviar alertas personalizados automatizados para as pessoas afetadas por vários tipos de ataques cibernéticos, bem como garantir que as contas não sejam visadas por invasões artificiais, técnicas baseadas em inteligência artificial.

Fonte: ppWare

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Pocophone: Xiaomi apresenta oficialmente seu telefone bom e barato 0 43

Pocophone: Xiaomi apresenta oficialmente seu telefone bom e barato

Pocophone traz especificações técnicas bem interessantes e preço bastante atrativo, se comparar com outros aparelhos de outras marcas.

A fabricante chinesa Xiaomi, finalmente oficializou o tão esperado e primeiro smartphone de sua nova marca paralela. O Pocophone F1, que foi batizado apenas de Poco F1 na Índia, é um smartphone top de linha desvinculado das conhecidas linhas da Xiaomi.

Embora seja desmembrado da família MI da marca Xiaomi, o Pocophone  traz especificações técnicas bem interessantes e preço bastante atrativo, se comparar com outros aparelhos de outras marcas com a mesma especificação.

Na estreia, o Pocophone traz várias funções e recursos de design aclamados atualmente: como os telefones iPhone x da Appe e o novíssimo P30 da Motorola, o Pocophone exibe o “notch” no topo da tela, um sistema de resfriamento líquido, para dissipar o calor do processador e outros componentes internos para garantir um bom aproveitamento do aparelho em jogos e multitarefas.

O aparelho traz ainda um recurso de desbloqueio por rosto usando infravermelho. Além da função de carregamento rápido Quick Charge 3.0 e entrada tradicional para fones de ouvido, também tem suporte para dois chips SIM ─ com uma das entradas podendo ser usada para um cartão micros ─ para expandir a memória do aparelho. O sistema operacional é o Android 8.1 com uma skin da Xiaomi, a MIUI 9.6.

Na câmera frontal, a Xiaomi garante que seus proprietários poderão tirar boas fotos frontais em qualquer iluminação. Já as traseiras possuem recursos de inteligência artificial que funcionam de forma otimizada na Índia.

Disponibilidade e preço

O Pocophone será vendido na Índia, nas cores vermelha (Rosso Red), preta (Graphite Black) e azul (Steel Blue) em três variantes:

    6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno (US$ 300, ou R$ 1.211)

    6 GB de RAM e 128 GB de espaço (US$ 343 ou R$ 1.385);

    8 GB de RAM com 256 GB de memória interna (US$ 414 ou R$ 1.672).

As vendas do Pocophone, começam a partir de 29 de agosto na Índia.  Mercados da Ásia e Europa, foram confirmados para receber o aparelho, com excessão apenas da China, para evitar canibalizar o próprio mercado, a Xiaomi resolveu não vender o Pocophone F1 no seu país de origem, onde já se consagra com as linhas Xiaomi MI, também da empresa.

Fonte: MI

iPhones podem ter o sensor de impressão digital de volta 0 48

A Apple pode ter encontrado uma maneira de trazer os sensores de impressões digitais de volta para todos os iPhones

Sempre que a Apple lança um novo iPhone, fica aquela apreensão, será que vão botar isso, tirar aquilo?  No entanto, quem segue todos os rumores no mundo da tecnologia, sabe que a maçã mordida, gosta de aprontar com seus milhões de utilizadores.

Nesse período que vamos entrar a partir do próximo mês, começam a enxurrada de rumores sobre os dispositivos da Apple, pois é nesse período que a empresa Norte Americana junto com o SEO, Tim Cook e companhia, decidem mudar algumas coisinhas básicas ─ como remover a entrada de áudio de 3.5mm ─ para tocar o pânico Internet fora!

Foi mais ou menos nesse período do ano passado, que conhecemos o iPhone X, a versão de comemoração dos 10 anos do iPhone da maçã. As muitas mudanças foram até positivas, como o design arrojado e bonito, a construção em aço é apelativa e robusta e, uma nova tela OLED era tudo aquilo que faltava nos dispositivos da Apple.

Mas o que causou o pânico geral… foi remoção do Touch ID e a implementação do Face ID. A Apple decidiu livrar-se do botão principal, e assim o sensor de impressão digital em vez de ir para a traseira, desapareceu completamente. O que deixou muito fãs da marca um pouco em choque e preocupados.

O Touch ID era conhecido na indústria como o ‘Standard’ dos sensores de impressão digital, A Apple não foi a primeira a implementar este método de autenticação, mas a sua solução era bem acima da concorrência.

Especulava-se que a Apple estava tentando uma forma implementar um sensor de impressão digital na tela, em paralelo com o Face ID. Porém, nada feito e, o iPhone X chegou ao mercado sem um dos seus “divisor de águas”.

Já sabemos que todos os modelos de 2018 irão virão com o Face ID em detrimento do Face ID. Por isso, a tecnologia irá aparentemente morrer com o iPhone 8. O que rumores apontam agora, é que a Apple continua a desenvolver uma solução que pode permitir voltar o Touch ID, e na tela do aparelho sem a necessidade do botão home.

Segundo o pessoal do site “Patently Apple”, a empresa desenvolveu uma nova tecnologia, que irá permitir adicionar capacidades de leitura de impressão digital, a aparelhos sem a necessidade do uso de um botão “Home”.

A notícia não é lá essas novidades toda, visto que várias fabricantes lançaram aparelhos com sensores de impressão digital óticos na tela de seus dispositivos.

A ideia da Apple, é bastante similar aos sensores já disponíveis atualmente no mercado. A tática baseia-se na utilização de câmeras debaixo de uma camada da tela, capazes de capturar uma imagem 3D da impressão digital do utilizador.

Como já sabemos que a Apple, assim como qualquer outra empresa de tecnologia, cria e patenteia várias técnicas que nunca serão lançadas, de já adiantamos, que isto talvez nem se concretize, ou, sim. Vamos esperar mais notícias.

Fonte: Patently Apple

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