WhatsApp: golpe faz milhares de vítimas em 48hs 0 115

WhatsApp: golpe com infecta milhares de pessoas em 48hs

Veja se você não é mais uma vítima e como se proteger do novo golpe no WhatsApp, que oferece cupons de descontos de empresa famosa.

Que o WhatsApp é o maior aplicativo de mensagens, todo mundo sabe. O que muita gente não sabe, é que milhares de espertalhões usa o aplicativo para dar golpes.

A PSafe, empresa de segurança digital, identificou mais um golpe no WhatsApp, e nesse oferece cupons de R$ 100 do aplicativo iFood, empresa especializada em entrega de comidas.

Segundo a PSafe, só últimas 48 horas, foram detectados 86 mil ciberataques, pela o DFNDR Lab, laboratório especializado em segurança digital.

“Os cibercriminosos se aproveitam da credibilidade da marca, forjando que a empresa estaria fazendo aniversário e por isso está realizando a suposta promoção”, diz a PSafe em nota.

Quando o usuário clica no link, ele é redirecionado para uma página com uma pesquisa para ser respondida para o usuário tenha acesso ao suposto cupom.

No formulário são abordadas três questões: “Conhece o funcionamento do iFood?”; “Possui o aplicativo instalado no seu smartphone?”; “Indicaria o iFood para amigos e familiares?”.

Ao responder essas perguntas, a vítima é direcionada a uma página na qual é incentivada a compartilhar com todos os amigos ou grupos do WhatsApp.

No o texto diz que, após o compartilhamento o usuário será redirecionado para autenticar o cupom e receberá uma confirmação por SMS.

“A estratégia de solicitar o compartilhamento via aplicativo de mensagem é perfeita para que o golpe se espalhe rapidamente”, frisa o especialista da DFNDR.

“Por isso é muito importante que as pessoas estejam atentas ao que recebem via aplicativos de mensagens, independentemente de quem enviou e da marca em questão”, finaliza Emilio Simoni, diretor do DFNDR Lab.

Há menos de um mês A Psafe, alertou para um anúncio semelhante, que oferecia até 20 GB de internet gratuita por até 60 dias para usuários de qualquer operadora de telefonia móvel no Brasil.

Igualmente ao outro, as pessoas eram direcionadas a uma página falsa e precisava responder a perguntas. No fim, era convidada a compartilhar o conteúdo com amigos do WhatsApp.

Esse foi mais um golpe que fez milhares de vítimas no Brasil. Segundo o laboratório, as vítimas são pessoas que estão em diversos grupos, ou que não tenha muito conhecimento sobre segurança digital.

Por isso é muito importante não disponibilizar o número para pessoas que você não conheça, e não sair clicando em links encaminhados no mensageiro.

O iFood fala sobre o caso

O iFood esclarece que o conteúdo é falso e recomenda que os usuários ignorem a mensagem. Diz que os únicos canais de comunicação com os clientes são por meio da plataforma (push), e-mails, site oficial e WhatsApp business, identificado com o selo verde de conta verificada nas informações de contato.

Para controlar a propagação de FakeNews ou siberataques através do mensageiro, a equipe de desenvolvimento do WhatsApp, fez diversas mudanças e atualizações em 2018.

Desde maio, o WhatsApp vem disponibilizando atualizações que inibem e reduzem a quantidade de mensagens encaminhadas por usuário tanto em grupos ou mensagem privada.

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Falha no WhatsApp permite hackers controlar contas por chamada de vídeo 0 77

falha no whatsapp

Bastava apenas atender a uma chamada de vídeo, para o hacker controlar toda a conta do usuário no WhatsApp.

Foi descoberto no aplicativo de mensagem instantânea, WhatsApp, uma falha que permite a hackers ter total controle na conta dos usuários.

A invasão começava a partir atendimento a uma chamada de vídeo, informaram os websites de tecnologia ZDnet e The Register.

 A vulnerabilidade, afeta apps do WhatsApp em smartphones da Apple e Android. A vulnerabilidade foi descoberta no fim de agosto.

Um comunicado da pela equipe de desenvolvimento da empresa Facebook Inc. (proprietária do WhatsApp), no início de outubro, afirma que já foi disponibilizado uma atualização corrigindo a falha.

A resposta do Facebook , não veio de imediato a pedidos de usuários, no FAQ da empresa, e também não relata números ou se de fato, teve êxito, algum ataque à usuários.

“Isso é uma grande coisa”, disse no Twitter Travis Ormandy, um pesquisador do Google Project Zero que descobriu a falha. “Apenas responder a uma chamada de um ataque poderia comprometer completamente o WhatsApp.”

O Facebook vem sofrendo com uma série de problemas relacionados à segurança, tanto no ano passado quanto em 2018. A poucos, a empresa divulgou sua maior falha de segurança, que afetou quase 50 milhões de contas.

Com relação a esse novo evento, envolvendo desta vez, o WhatsApp, a empresa se limitou comunicar apenas que já resolveu o problema.

Fonte: Terra

Para combater Fake News, o Facebook já excluiu mais de 1 milhão de contas em seis meses 0 1438

São mais de 20 mil pessoas e inteligência artificial trabalhando na parte de revisão e exclusão de perfil e conteúdos classificado como fake News.

Desde que resolveu dá um basta nas tais Fake News (notícias falas), o Facebook já mandou para o beleleu, 1,27 milhões de contas que propagam conteúdo duvidoso.

Muitas pessoas usam e abusam do direito de “liberdade de expressão”. E usam vários métodos como anonimato na Internet, para dizerem o que não conseguem dizer frente a frente.

Virou rotina criar contas falsas no Facebook para espalhar conteúdo duvidoso e muitas vezes até para ofender alguém ou grupo de pessoas.

Por esta razão, na audiência perante o Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos, Sheryl Sandberg, atual diretora de operações do Facebook, afirmou que, durante um período de seis meses, a rede social teve que excluir 1,27 milhões de contas falsas, além de tirar de circulação outros milhões de conteúdos falsos e que não estão de acordo com a política de comunidade da rede social.

Sheryl Sandberg – diretora de operações do Facebook

Sandberg, afirma que a operação foi conduzida por métodos manuais de revisão, além de ajuda de métodos de revisão automatizados, como a aprendizagem automática (machine learning), visão computacional e inteligência artificial.

A diretora diz também que o processo de manter o número de contas falsas sob controle, permite que o Facebook descubra quem são os aproveitadores usam a plataforma para possivelmente espalhar notícias falsas e distorcer a opinião pública.

 Segundo Sandberg, o Facebook já conta com mais 20 mil pessoas trabalhando na parte de revisão, proteção e exclusão de conteúdo, na rede social.

Os relatórios são revistos em mais de 50 idiomas, 24 horas por dia. E também que a melhor tecnologia de aprendizagem automática e inteligência artificial, permitem que abusos e Fake News, sejam identificados com mais facilidade.

Com a ajuda desta equipa de especialistas em segurança, o Facebook quer impedir a disseminação de conteúdo malicioso aos seus utilizadores, enviar alertas personalizados automatizados para as pessoas afetadas por vários tipos de ataques cibernéticos, bem como garantir que as contas não sejam visadas por invasões artificiais, técnicas baseadas em inteligência artificial.

Fonte: ppWare

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