Express Wi-Fi: Facebook lança programa de parceria para mercados de Wi-Fi 0 1060

O programa Express Wi-Fi deve levar conexão de alta velocidade para mercados em desenvolvimento por meio de parcerias de hardware.

O Facebook está lançando um programa de parceria para ajudar a levar conexão de alta velocidade para lugares com mercado em desenvolvimento.

Express Wi-Fi, como está sendo chamado o programa, deve levar conexões de alta velocidade para mercados incluindo a Índia, Indonésia, Quênia, Nigéria e Tanzânia.

O programa envolve a instalação de empresas locais em pontos de acesso Wi-Fi, onde o serviço de Internet é fornecido por ISPs locais.

 Outro programa também lançado pelo Facebook, visa fechar parcerias que permitirá que os fabricantes de pontos de acesso criem dispositivos compatíveis com o Express Wi-Fi.

Sua linha de estreia de parceiros para “Express Wi-Fi Certified”, como é chamado o programa de parceiros, inclui a Arista, Cambium Networks e Ruckus Networks, uma empresa de ARRIS.

O Facebook começou a testar o Express Wi-Fi há três anos e desde então expandiu-o para os cinco países acima e mais 10 parceiros.

A ideia por trás do projeto, é criar uma base empreendedora para o serviço Wi-Fi, ou seja, os operadores e ISPs, estariam trabalhando com empresários locais que desejam revender o acesso à Internet em suas próprias comunidades. Os parceiros definem os preços, mas o Facebook fornece o software.

O Express Wi-Fi, oferece acesso total e irrestrito à Web, não uma seleção de sites e serviços pré-aprovados. Atualmente, é uma das muitas iniciativas de conectividade do Facebook, junto a outras, como OpenCellular, programas de acesso rural, drones e outros projetos de infraestrutura.

O novo programa de parceiros, o Express Wi-Fi, criado pela empresa de Mark Zuckerberg, foi construído para tratar de questões específicas que o Facebook e seus parceiros enfrentam no campo, explica a empresa. Ele diz que tem trabalhado com os fabricantes para criar novos pontos de acesso que detectem melhor as páginas de registro e contabilizem com mais precisão a quantidade de dados Wi-Fi consumidos.

Isso permitirá que os provedores de serviços de Wi-Fi vendam o acesso pré-pago, bem como as diferentes classes de tráfego – como oferecer alguns serviços ou conteúdo gratuitamente, enquanto cobra por outros. Presumivelmente, essa seria uma outra maneira de tornar o Facebook livre para desenvolver mercados no futuro.

Fonte: TechCrunch

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Pocophone: Xiaomi apresenta oficialmente seu telefone bom e barato 0 90

Pocophone: Xiaomi apresenta oficialmente seu telefone bom e barato

Pocophone traz especificações técnicas bem interessantes e preço bastante atrativo, se comparar com outros aparelhos de outras marcas.

A fabricante chinesa Xiaomi, finalmente oficializou o tão esperado e primeiro smartphone de sua nova marca paralela. O Pocophone F1, que foi batizado apenas de Poco F1 na Índia, é um smartphone top de linha desvinculado das conhecidas linhas da Xiaomi.

Embora seja desmembrado da família MI da marca Xiaomi, o Pocophone  traz especificações técnicas bem interessantes e preço bastante atrativo, se comparar com outros aparelhos de outras marcas com a mesma especificação.

Na estreia, o Pocophone traz várias funções e recursos de design aclamados atualmente: como os telefones iPhone x da Appe e o novíssimo P30 da Motorola, o Pocophone exibe o “notch” no topo da tela, um sistema de resfriamento líquido, para dissipar o calor do processador e outros componentes internos para garantir um bom aproveitamento do aparelho em jogos e multitarefas.

O aparelho traz ainda um recurso de desbloqueio por rosto usando infravermelho. Além da função de carregamento rápido Quick Charge 3.0 e entrada tradicional para fones de ouvido, também tem suporte para dois chips SIM ─ com uma das entradas podendo ser usada para um cartão micros ─ para expandir a memória do aparelho. O sistema operacional é o Android 8.1 com uma skin da Xiaomi, a MIUI 9.6.

Na câmera frontal, a Xiaomi garante que seus proprietários poderão tirar boas fotos frontais em qualquer iluminação. Já as traseiras possuem recursos de inteligência artificial que funcionam de forma otimizada na Índia.

Disponibilidade e preço

O Pocophone será vendido na Índia, nas cores vermelha (Rosso Red), preta (Graphite Black) e azul (Steel Blue) em três variantes:

    6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno (US$ 300, ou R$ 1.211)

    6 GB de RAM e 128 GB de espaço (US$ 343 ou R$ 1.385);

    8 GB de RAM com 256 GB de memória interna (US$ 414 ou R$ 1.672).

As vendas do Pocophone, começam a partir de 29 de agosto na Índia.  Mercados da Ásia e Europa, foram confirmados para receber o aparelho, com excessão apenas da China, para evitar canibalizar o próprio mercado, a Xiaomi resolveu não vender o Pocophone F1 no seu país de origem, onde já se consagra com as linhas Xiaomi MI, também da empresa.

Fonte: MI

iPhones podem ter o sensor de impressão digital de volta 0 80

A Apple pode ter encontrado uma maneira de trazer os sensores de impressões digitais de volta para todos os iPhones

Sempre que a Apple lança um novo iPhone, fica aquela apreensão, será que vão botar isso, tirar aquilo?  No entanto, quem segue todos os rumores no mundo da tecnologia, sabe que a maçã mordida, gosta de aprontar com seus milhões de utilizadores.

Nesse período que vamos entrar a partir do próximo mês, começam a enxurrada de rumores sobre os dispositivos da Apple, pois é nesse período que a empresa Norte Americana junto com o SEO, Tim Cook e companhia, decidem mudar algumas coisinhas básicas ─ como remover a entrada de áudio de 3.5mm ─ para tocar o pânico Internet fora!

Foi mais ou menos nesse período do ano passado, que conhecemos o iPhone X, a versão de comemoração dos 10 anos do iPhone da maçã. As muitas mudanças foram até positivas, como o design arrojado e bonito, a construção em aço é apelativa e robusta e, uma nova tela OLED era tudo aquilo que faltava nos dispositivos da Apple.

Mas o que causou o pânico geral… foi remoção do Touch ID e a implementação do Face ID. A Apple decidiu livrar-se do botão principal, e assim o sensor de impressão digital em vez de ir para a traseira, desapareceu completamente. O que deixou muito fãs da marca um pouco em choque e preocupados.

O Touch ID era conhecido na indústria como o ‘Standard’ dos sensores de impressão digital, A Apple não foi a primeira a implementar este método de autenticação, mas a sua solução era bem acima da concorrência.

Especulava-se que a Apple estava tentando uma forma implementar um sensor de impressão digital na tela, em paralelo com o Face ID. Porém, nada feito e, o iPhone X chegou ao mercado sem um dos seus “divisor de águas”.

Já sabemos que todos os modelos de 2018 irão virão com o Face ID em detrimento do Face ID. Por isso, a tecnologia irá aparentemente morrer com o iPhone 8. O que rumores apontam agora, é que a Apple continua a desenvolver uma solução que pode permitir voltar o Touch ID, e na tela do aparelho sem a necessidade do botão home.

Segundo o pessoal do site “Patently Apple”, a empresa desenvolveu uma nova tecnologia, que irá permitir adicionar capacidades de leitura de impressão digital, a aparelhos sem a necessidade do uso de um botão “Home”.

A notícia não é lá essas novidades toda, visto que várias fabricantes lançaram aparelhos com sensores de impressão digital óticos na tela de seus dispositivos.

A ideia da Apple, é bastante similar aos sensores já disponíveis atualmente no mercado. A tática baseia-se na utilização de câmeras debaixo de uma camada da tela, capazes de capturar uma imagem 3D da impressão digital do utilizador.

Como já sabemos que a Apple, assim como qualquer outra empresa de tecnologia, cria e patenteia várias técnicas que nunca serão lançadas, de já adiantamos, que isto talvez nem se concretize, ou, sim. Vamos esperar mais notícias.

Fonte: Patently Apple

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