Spike Diabetes, o aplicativo que promete ajudar o diabético 0 106

Spike Diabetes, o aplicativo que promete melhorar a vida do diabético

Conheça o aplicativo desenvolvido especialmente para auxiliar na vida e toda rotina de quem é diabético.

É difícil para os pacientes da diabetes manterem um olho constante em seus níveis de glicose, e manter a dieta em dia, visto que o maior embate dos pacientes, é não poder comer de tudo.

 O Spike Diabetes, foi desenvolvido para que a familiares e os médicos ajudem em tempo real, enviando alertas sobre as estatísticas do paciente. E os recursos de inteligência artificial do aplicativo, podem por exemplo, enviar lembretes úteis ou sugerir as refeições mais amigáveis ​​quando você entra em um restaurante.

Além do aplicativo, foi lançado em Berlin, um portal, para que pessoas com permissão, possam ver mais de perto os dados dos pacientes e orientá-los sobre sua saúde.

Spike Diabetes, o aplicativo que promete ajudar o diabéticoA Diabetes, é uma doença crônica que não tem cura, ela força os diabéticos a viver uma vida de injeções de insulina e contagem de carboidratos, diariamente.

 O co-fundador da Spike, Ziad Alame, diz que “Como os diabéticos são forçados a fazer essas tarefas pelo resto de suas vidas, eles tendem a cair fora dos trilhos às vezes, simplesmente por causa de quão exigentes essas tarefas podem ser. Como os médicos, muitas vezes, só podem obter dados durante exames trimestrais ou semestrais, os pacientes muitas vezes são deixados sozinhos. Uma vida de gestão é muito estressante, especialmente se a sua vida depende disso.”

A startup enfrenta forte concorrência de centenas de aplicativos alegando ajudar os pacientes a monitorar seus sinais vitais. MySugr, Diabetes Connect e Health2Sync, estão entre os mais populares. Mas Alame diz que muitos exigem que os usuários rastreiem seus níveis através de planilhas complexas.

O Spike oferece gráficos móveis personalizáveis ​​e até lê em voz alta as estatísticas dos usuários para que a segurança seja uma parte mais fácil da vida diária.

Por enquanto, o Spike Diabetes, está disponível apenas para convidados e somente no iOS, mas também inclui um aplicativo Apple Watch e engenharia otimizada para minimizar o uso da bateria.

Um dos recursos mais interessantes do aplicativo é a informação proativa que ele oferece. “Por exemplo, você entra no McDonald’s por volta das 14h. O Spike saberia automaticamente a hora do almoço para você e sugeriria as três principais opções que você pode ter com as contagens aproximadas de carboidratos “, diz Alame.

Depois de 25 minutos, o Spike automaticamente lembra sua insulina e sincroniza com seus dispositivos diabéticos para registrar todos os detalhes. Com o tempo, à medida que o aplicativo conhecer mais o gosto do diabético, ele poderá sugerir pequenos ajustes comportamentais para melhorar o estilo de vida, como sugestões de rotas para caminhadas ou novos lugares semelhantes ao gosto do diabético, mas com uma taxa de consumo de insulina menor.

Fonte: TechCrunch

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Instagram usará tecnologia IA para detectar bullying em imagens 0 2933

Detector de bullying, câmera da bondade, veja as novidades que chegam em breve no Instagram e que vão deixar o aplicativo de fotos ainda mais atrativo.

O Instagram acaba de anunciar sua nova tecnologia para combater bullying.

A equipe de desenvolvimento, pretende lançar nos próximos dias, sua primeira ferramenta, após a saída da dupla de cofundadores, Kevin Systrom e Mike Krieger.

 O novo chefe da plataforma, Adam Mosseri, apresentou um sistema de identificação de bullying em imagens, a partir do uso do aprendizado de máquina de inteligência artificial (IA).

A rede social tem s empenhado para combater preconceitos praticados na rede. No ano passado, foi implementado o monitoramento proativo de comentários ofensivos.

Nesta nova ferramenta, a ideia é fazer o monitoramento em tempo real, de todo o material que for distribuído na rede social.

Como irá funcionar esse monitoramento?

  Ainda não há uma solução infalível para essa questão, então a proposta é se basear em casos confirmados.

Um porta-voz afirmou ao Mashable que o “detector de bullying” consegue identificar “ataques à aparência ou ao caráter de uma pessoa, bem como ameaças ao bem-estar ou à saúde” em uma foto.

O processo envolve moderadores humanos, que vão usar as diretrizes da comunidade do app, para remover a postagem. Essa notificação é que ajudará a máquina a reconhecer os comportamentos inadequados e servirá para alimentar o aprendizado do algoritmo.

A tecnologia ajudará a identificar e remover significativamente qualquer postagem praticando bullying no Instagram, mesmo que a pessoa que sofreu o ataque, não o denuncie.

Filtro “Câmera da bondade”

Além da ferramenta para combater o bullying, o Instagram também está introduzindo um novo filtro, chamado de “câmera da bondade“, para ajudar a espalhar positividade na plataforma.

“Quando você selecionar o efeito no modo selfie, corações preenchem a tela e você será incentivado a marcar um amigo.”

Quem for taggeado será notificado e poderá compartilhar o post em sua própria história ou compartilhar com uma selfie própria. Se você ligar o recurso com a câmera traseira, poderá adicionar um filtro com a hashtag #kindcomments e “#gentileza” em vários idiomas.

Todas essas novidades, vem para deixar a imagem do Instagram “mais leve”, e um pouco “largada” do Facebook, empresa responsável pelos direitos do Instagram.

Falha no WhatsApp permite hackers controlar contas por chamada de vídeo 0 185

falha no whatsapp

Bastava apenas atender a uma chamada de vídeo, para o hacker controlar toda a conta do usuário no WhatsApp.

Foi descoberto no aplicativo de mensagem instantânea, WhatsApp, uma falha que permite a hackers ter total controle na conta dos usuários.

A invasão começava a partir atendimento a uma chamada de vídeo, informaram os websites de tecnologia ZDnet e The Register.

 A vulnerabilidade, afeta apps do WhatsApp em smartphones da Apple e Android. A vulnerabilidade foi descoberta no fim de agosto.

Um comunicado da pela equipe de desenvolvimento da empresa Facebook Inc. (proprietária do WhatsApp), no início de outubro, afirma que já foi disponibilizado uma atualização corrigindo a falha.

A resposta do Facebook , não veio de imediato a pedidos de usuários, no FAQ da empresa, e também não relata números ou se de fato, teve êxito, algum ataque à usuários.

“Isso é uma grande coisa”, disse no Twitter Travis Ormandy, um pesquisador do Google Project Zero que descobriu a falha. “Apenas responder a uma chamada de um ataque poderia comprometer completamente o WhatsApp.”

O Facebook vem sofrendo com uma série de problemas relacionados à segurança, tanto no ano passado quanto em 2018. A poucos, a empresa divulgou sua maior falha de segurança, que afetou quase 50 milhões de contas.

Com relação a esse novo evento, envolvendo desta vez, o WhatsApp, a empresa se limitou comunicar apenas que já resolveu o problema.

Fonte: Terra

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